MAMÍFEROS

COD. PRODUTO: 9788535906073

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'Toda família clássica sente-se na obrigação de ter um fracassado' - assim começa 'Mamíferos', a narrativa fortemente autobiográfica da vida de um desses 'fracassados'. Ele bebe, fuma quarenta cigarros por dia, é depressivo, fica desempregado e não tem filhos, apesar das duas 'tentativas de suicídio afetivo' - como chama o casamento - que cometeu. Mas além da visão impiedosa de si mesmo, o narrador dispara uma metralhadora giratória de frases curtas e demolidoras contra a família, o amor, o trabalho e a sociedade em geral. Nada politicamente correto, o narrador não poupa ninguém de seu sarcasmo devastador - psiquiatras e psicanalistas, o serviço público, o meio editorial, a arte conceitual, a Polônia pós-comunista, as mulheres, a democracia, os empresários, o sistema de ensino e, sobretudo, o casamento, a família e sua rainha, a mãe dominadora e castradora. Em tom cáustico e amargo que, ao mesmo tempo, imita a objetividade da narrativa em off de um documentário sobre a vida animal, Mérot analisa a confraria dos beberrões, a infelicidade afetiva de seu anti-herói, sua desastrosa vida sexual, sua saga pelos empregos mais ridículos e seu mergulho no desemprego crônico. Finalmente, ele se torna professor e dá margem a algumas das páginas mais hilárias do romance, ao descrever os percalços da pedagogia moderna numa violenta escola de periferia.

'Toda família clássica sente-se na obrigação de ter um fracassado' - assim começa 'Mamíferos', a narrativa fortemente autobiográfica da vida de um desses 'fracassados'. Ele bebe, fuma quarenta cigarros por dia, é depressivo, fica desempregado e não tem filhos, apesar das duas 'tentativas de suicídio afetivo' - como chama o casamento - que cometeu. Mas além da visão impiedosa de si mesmo, o narrador dispara uma metralhadora giratória de frases curtas e demolidoras contra a família, o amor, o trabalho e a sociedade em geral. Nada politicamente correto, o narrador não poupa ninguém de seu sarcasmo devastador - psiquiatras e psicanalistas, o serviço público, o meio editorial, a arte conceitual, a Polônia pós-comunista, as mulheres, a democracia, os empresários, o sistema de ensino e, sobretudo, o casamento, a família e sua rainha, a mãe dominadora e castradora. Em tom cáustico e amargo que, ao mesmo tempo, imita a objetividade da narrativa em off de um documentário sobre a vida animal, Mérot analisa a confraria dos beberrões, a infelicidade afetiva de seu anti-herói, sua desastrosa vida sexual, sua saga pelos empregos mais ridículos e seu mergulho no desemprego crônico. Finalmente, ele se torna professor e dá margem a algumas das páginas mais hilárias do romance, ao descrever os percalços da pedagogia moderna numa violenta escola de periferia.