UM DEUS PASSEANDO PELA BRISA DA TARDE

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Lúcio Valério Quíncio é o magistrado de Tarcisis, cidade romana da Lusitânia, no século II d.C. Como dirigente máximo, ele tem de enfrentar diversas ameaças enquanto uma série de acontecimentos tumultuosos conduz o vilarejo ao descontentamento geral. No plano externo, há notícias de uma invasão bárbara iminente. Provenientes do norte da África, bandos de mouros se agrupam ao sul dos domínios romanos na Hispânia, depois de terem ultrapassado o estreito de Gibraltar. Dentro dos muros da cidade, uma nova seita, a Congregação do Peixe, começa questionar os valores da romanidade, como o politeísmo, os banhos públicos e a realização de jogos e lutas entre gladiadores. Os adeptos da nova religião adoram um único deus, que anos antes mandara à Terra o seu filho, Cristo, para salvar a humanidade. Um deus passeando pela brisa da tarde se passa num momento crítico da história do Império Romano, quando o Cristianismo começa a angariar novos adeptos, desafiando o poder central. Nessa história ficcional (Tarcisis nunca existiu), Mário de Carvalho reconstitui uma situação histórica concreta e resgata, com seu estilo límpido e envolvente, as características culturais, políticas e cotidianas do Império Romano.

Lúcio Valério Quíncio é o magistrado de Tarcisis, cidade romana da Lusitânia, no século II d.C. Como dirigente máximo, ele tem de enfrentar diversas ameaças enquanto uma série de acontecimentos tumultuosos conduz o vilarejo ao descontentamento geral. No plano externo, há notícias de uma invasão bárbara iminente. Provenientes do norte da África, bandos de mouros se agrupam ao sul dos domínios romanos na Hispânia, depois de terem ultrapassado o estreito de Gibraltar. Dentro dos muros da cidade, uma nova seita, a Congregação do Peixe, começa questionar os valores da romanidade, como o politeísmo, os banhos públicos e a realização de jogos e lutas entre gladiadores. Os adeptos da nova religião adoram um único deus, que anos antes mandara à Terra o seu filho, Cristo, para salvar a humanidade. Um deus passeando pela brisa da tarde se passa num momento crítico da história do Império Romano, quando o Cristianismo começa a angariar novos adeptos, desafiando o poder central. Nessa história ficcional (Tarcisis nunca existiu), Mário de Carvalho reconstitui uma situação histórica concreta e resgata, com seu estilo límpido e envolvente, as características culturais, políticas e cotidianas do Império Romano.